A progressiva é um dos tratamentos mais procurados por quem quer reduzir o volume e o frizz e deixar o cabelo mais alinhado. Mas é também um dos procedimentos químicos que mais pede atenção na hora de escolher onde fazer — porque nem todo produto vendido como “progressiva” é seguro.
O alerta da Anvisa sobre formol
A Anvisa publicou um informe de segurança alertando que alisantes capilares com formol (formaldeído) ou ácido glioxílico podem causar irritação, problemas respiratórios e danos graves aos fios, como quebra e ressecamento. O uso de formol como alisante é proibido no Brasil — hoje só é permitido como conservante em concentração muito baixa. Os ingredientes ativos regularizados pela Anvisa pra alisamento são outros: ácido tioglicólico e seus sais, hidróxidos (sódio, potássio, lítio ou cálcio), sulfitos e bissulfitos inorgânicos, pirogalol e ácido tiolático.
Na prática, isso significa que vale a pena perguntar sobre a composição do produto antes de fazer qualquer alisamento — um salão sério não tem problema em informar isso.
Cuidados antes e depois
Cabelos com química anterior (coloração, outra progressiva) precisam de uma avaliação antes de receber um novo processo, pra evitar sobrecarregar a fibra. Depois da progressiva, o cabelo pede shampoo sem sulfato, hidratação regular e proteção térmica — negligenciar esses cuidados é o que mais causa ressecamento e quebra com o tempo.
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